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quarta-feira, 30 de junho de 2010

Su-35 entrará em serviço na Força Aérea Russa em 2011



Os caças multifuncionais Su-35 serão incorporados à Força Aérea Russa a partir de 2011, comunicou a companhia Sukhoi.
Os dois primeiros protótipos Su-35 já realizaram 87 voos com sucesso, desde julho de 2008, demonstrando a técnica superior da aeronave e suas características de combate. Outro protótipo deverá ser construído para aumentar os voos de testes a 150/160, em 2009.
O caça é dotado de dois motores 117S com empuxo vetorado, combinando alta manobrabilidade e capacidade de engajar múltiplos alvos simultâneamente. O radar Irbis-E phased array permite ao piloto rastrear até 30 alvos aéreos, engajando 8 alvos ao mesmo tempo.
O Su-35BM é equipado com um canhão de 30mm com 150 projéteis e pode levar até 8 toneladas de armamento em 12 pontos duros.
O caça é considerado de geração 4++, ou seja, é uma aeronave de quarta geração que utiliza algumas tecnologias de quinta geração. A Sukhoi pretende produzí-lo até 2020.






FONTE: RIA Novosti / COLABOROU: Baschera

Rússia quer exportar o Sukhoi Su-34



O presidente russo, Dmitri Medvedev, admitiu hoje que a Rússia gostaria de ampliar a geografia de vendas do Sukhoi Su-34, caça-bombardeiro de primeira linha com o qual pode familiarizar-se durante uma visita à base aérea de Kubinka, situada na periferia de Moscou.

“Nos interessa aumentar o alcance geográfico das nossas vendas“, declarou Medvedev numa entrevista para a televisão nacional da China. A Rússia, disse, gostaria de vender este avião “tanto aos vizinhos mais próximos como a outros países“.

Depois de voar num Su-34, no final de março passado, o governante russo confessou que teve uma impressão ”muito forte“, “fantástica“. “É uma máquina excelente, dócil e poderosa“, ressaltou.

O presidente explicou que desejava sentir-se na pele de um piloto militar e que é fascinante “ver o seu país num vôo rasante“.

O Su-34 é um avião criado apartir do Su-27 com autonomia de voo de 4.500km, altitude máxima de 17.000 metros. Pode destruir objetivos terrestres e de bavais a uma distância de até 250 Km. Leva incorporado um canhão de 30 mm e pode transportar externamente até oito toneladas de armamentos, em particular, mísseis de cruzeiro guiados X-59M, mísseis ar-superfície, ar-ar e bombas.



Fonte:Poder Aério

Venezuela gastará U$ 2,4 bi com Su-35



Já circulam informações sobre a provável nova frota de aviões de combate de origem russa da Venezuela. Segundo informações que vazaram da recente visita de Vladimir Putin a Caracas no início de maio, teria sido concretizada a compra de 24 aviões de combate Sukhoi Su-35.

Analistas do mercado mundial de armas sugerem que o preço de cada Su-35, de acordo com as armas que o acompanha, pode variar entre US$ 70 e US$ 100 milhões. De acordo com um comerciantes de armas, Moscou teria eliminado a sua política de descontos em vendas de equipamento militar, o que representaria uma despesa de US$ 2,4 bilhões.

O Su-35 é a versão mais moderna da família Su-27. O modelo ainda não está operacional em nenhuma força aérea do mundo, mas a Força Aérea Russa já solicitou a construção de 48 aparelhos.

FONTE: Edgar C. Otálvora/El Nuevo País

Mais Su-30MKI para a Índia





A Comissão do Gabinete de Segurança da Índia aprovou a compra de 42 caças Sukhoi-30 MKI adicionais, no valor de aproximadamente US$ 3,25 bilhões.

A aquisição dos novos caças vai aumentar a frota destes caças na IAF para 272 aeronaves. A primeira encomenda de Sukhois pela Índia ocorreu em 1996, com 50 aeronaves por US$ 1,46 bilhão.

No ano 2000, a Índía fez nova encomenda, desta vez 140 caças, para serem montados pela Hindustan Aeronautics Limited (HAL). Depois, mais 40 aeronaves foram adicionadas.
No ano passada a HAL entregou 23 Su-30MKI e em 2010 pretende entregar 28.
Ela pretende entregar todos os SU-30 MKI até 2017.

FOTO: USAF

Comentário do editor:

Enquanto a Índia se arma juntamente com os demais emergentes, nós ficamos na mesma, ou seja com uma força militar de defesa e ataque sucateada e ineficiente em caso de ataques e agressões estrangeiras.

Super Hornets da RAAF: mais seis em julho




O Ministério da Defesa da Austrália informou, no último dia 25 de junho, que mais seis F/A-18F Super Hornets deverão ser trasladados dos Estados Unidos para a Base da RAAF (Força Aérea Real Australiana) de Amberley no início de julho. Um destacamento de pilotos e pessoal de manutenção do Esquadrão N.1 da RAAF está, no momento, realizando os testes de voo e familiarização com suas novas aeronaves, em preparação para a viagem a partir da Naval Air Station Lemoore, no Estado da Califórnia (EUA).

O programa inclui 96 horas de voos de teste e avaliação, além de duas semanas de voos de provas para Guerra Eletrônica. Além disso, os pilotos treinam o reabastecimento em voo das aeronares, tando de dia como de noite.

Com mais seis aeronaves somando-se às cinco que chegaram a Amberley em 26 de março, praticamente metade da dotação de 24 Super Hornets da RAAF será completada, o que permitirá atingir a próxima meta, que é a Capacidade Inicial de Operação (IOC – Initial Operating Capability), o que é esperado para o final de 2010. As últimas das 24 aeronaves deverão chegar à Austrália até o fim de 2011.

Colômbia fecha acordo para comprar 39 M1117



A Textron Marine and Land Systems de Nova Orleans recebeu um contrato de 20,9 milhões de dólares para fornecer 39 veículos sobre rodas 4×4 M1117 ICV para a Colômbia. No entanto, este valor é parcial, pois o Pentágono informou que o contrato global é de 45,6 milhões de dólares.

A versão ICV do M1117, que possui um chassi mais alongado, não é exatamente um ATC (Armored Troop Carrier), mas permite que o mesmo possa transportar cerca de oito combatentes. O M117 ICV está em uma categoria entre o Humvee blindado (4X4) e o Piranha III (8X8), sendo mais pesado que o primeiro e mais leve que o segundo. O valor do veículo também está em uma faixa intermediária de preço e, dependendo do equipamento, pode custar um milhão de dólares a unidade.

A Colômbia possui diversos BTR-80 e EE-11 Urutu que poderiam ser substituídos pelos M1117 ICV. No entanto, existem informações que dão conta de que a Colômbia estaria negociando a fabricação local do BTR-80 com a Rússia.

Bulgária, EUA e Iraque já possuem versões do M1117. A Colômbia seria o quarto cliente.

FOTO: Military today

Fonte: Forte/Poder terrestre

Engesa EE-T1 Osório



No início da década de 1980 a Brasil possuía duas empresas fortemente consolidadas na área de veículos militares: a Bernardini S.A. Indústria e Comércio e a Engesa Engenheiros Especializados S.A.

A Bernardini havia se especializado no repotenciamento e modernização de velhos carros de combate M-3A1 “Stuart” e M-41 Bulldog. Já a Engesa tornara-se uma conhecida fabricante de veículos militares sobre rodas. Ambas as empresas resolveram partir, independentemente, para o desenvolvimento de um carro de combate (“tanque”).

A Bernardini saiu na frente e optou por um veículo mais leve, na categoria “carro de combate médio”, com sistemas mais simples e dentro das especificações do Exército Brasileiro (EB). Já a Engesa tinha como principal alvo o mercado externo, principalmente aquele onde reinavam os MBT (Main Battle Tank).

As necessidades sauditas

A partir de 1972, a Arábia Saudita começou a receber sucessivos lotes de carros de combate AMX-30, fabricados na França. Em pouco tempo, o AMX-30 tornou-se o principal carro de combate do Exército Saudita.



O AMX-30 era um carro de combate de manutenção simples e custos baixos, quando comparado a outros veículos da mesma classe como, por exemplo, o Leopard 1 alemão.

Acontece que, ao longo da década de 1970, uma nova geração de MBT surgiu e muitos destes veículos novos começaram a entrar em atividade em países vizinhos ou próximos. Era o caso dos T-72 no Iraque e dos Merkava em Israel. Quando comparado a esses veículos, o AMX-30 possuía blindagem e poder de fogo inferiores. A Arábia Saudita temia perder a supremacia regional que havia adquirido (ver gráfico abaixo).

Dois AMX-30 franceses no deserto. O AMX-30 era o principal carro de combate da Arábia Saudita até o fim da década de 1980 (FOTO: US Army)
A Revolução Islâmica no Irã em 1979, e o início da Guerra Irã-Iraque em 1980, pressionaram a Arábia Saudita a incrementar seus gastos com defesa. Nesta época o reino saudita possuía perto de 450 carros de combate, quase todos do modelo AMX-30. Num primeiro momento a Arábia Saudita não pretendia substitui-los, mas sim complementá-los com um modelo de carro de combate mais moderno e equivalente ou superior aos existentes nos países próximos. No futuro, o novo carro de combate deveria também substituir o AMX-30.

Uma oportunidade para a Engesa

Executivos da Engesa, que já naquela época tinham bons relacionamentos com vários países árabes, viram na concorrência saudita uma oportunidade de ingressar no nicho dos carros de combate.

A ausência de experiência na área de veículos sobre lagartas e o comprometimento da equipe de projetos da Engesa com outros programas acabou levando a companhia a buscar uma parceria no exterior.



Contatos foram feitos com a Thyssen-Henschel, empresa alemã com larga experiência em blindados. A Thyssen-Henschel apresentou uma proposta com base em um carro denominado “Leopard 3” que era simplesmente uma derivação do TAM (Tanque Argentino Mediano).

Apesar do TAM argentino ser um blindado com excelentes qualidades, ele não era páreo para os MBT que participariam da concorrência na Arábia Saudita (FOTO: Wikipedia)
O TAM era um carro de combate adaptado, desenvolvido a partir do chassi do veículo de combate de infantaria Marder. O “Leopard 3” não teria a menor chance contra os principais carros de combate existentes no ocidente e que, por ventura, participassem da concorrência saudita. Portanto, a Engesa descartou qualquer associação com a Thyssen-Henschel.

Uma outra oportunidade, vinda da Alemanha, também surgiu na mesma época. A Porshe, tradicional projetista alemã de carros de combate, abriu negociações com a Engesa e aceitou desenvolver um veículo em conjunto, obedecendo aos parâmetros definidos pelos brasileiros. Porém, pouco tempo depois, o governo alemão desautorizou a Porshe a participar do projeto.

Entendimentos com a empresa sul-africana ARMSCOR também foram feitos. A Engesa estava especialmente interessada na produção da blindagem composta desenvolvida por aquela empresa. Mas, em função dos problemas políticos enfrentados pelo país africano devido à sua política de segregação racial, não houve uma aproximação maior.

Depois de algumas tentativas mal sucedidas na busca por um parceiro estrangeiro, a Engesa decidiu projetar por conta própria um carro de combate focado no mercado externo.

Desenvolvimento do Projeto



Para conquistar parte do mercado externo de carros de combate de primeira linha, a Engesa não poderia adotar rigorosamente os parâmetros estabelecidos pelo Exército Brasileiro. Um dos itens mais críticos dizia respeito ao limite do peso. Segundo o OBO (Objetivos Básicos Operacionais), o peso máximo não deveria superar 36 toneladas. Em relação às dimensões, as premissas do EB apontavam um limite de 3,20 metros de largura.

Maquete do Osório feita antes do primeiro protótipo ficar pronto. Grosso modo, as linhas básicas do projeto se mantiveram (FOTO: ENGESA)
Numa rápida comparação com os principais MBT do início da década de 1980 fica claro que esse limite estava muito aquém do desejado. Não era possível atender, ao mesmo tempo, os requisitos do Exército Brasileiro e competir com os principais carros de combate.

Ficou acordado com o EB que dois engenheiros militares do CTEx (Centro Tecnológico do Exército) acompanhariam o projeto do MBT brasileiro, uma vez que o carro da Engesa necessitava do aval do Exército para ser vendido.

O projeto do carro de combate da Engesa começou a tomar forma no segundo semestre de 1983. No início, três engenheiros foram incumbidos de desenvolver o projeto. Ele recebeu a designação EE-T1 e o nome “Osório”, uma justa homenagem ao Marechal Manoel Luis Osório, patrono da Cavalaria do Exército Brasileiro. Porém o nome “Caxias” (patrono do Exército Brasileiro) também foi cogitado, mas os clientes estrageiros da Engesa teriam dificuldade em pronunciá-lo.

Imagem capturada da tela de um computador mostrando o projeto do Osório em CAD 3D (FOTO: ENGESA)
Ao contrário dos veículos anteriormente projetados, o futuro carro de combate da Engesa nasceu com o auxílio computacional de softwares tipo CAD/CAM (Computer-Assisted Design/Computer-Assisted Manufacturing), uma verdadeira revolução naquela época. De certa forma o emprego de softwares na fase de desenvolvimento ajudou a empresa brasileira a projetar o carro em curto tempo, uma vez que a própria empresa havia fixado o prazo de um ano para a conclusão do protótipo.



O desenho geral do EE-T1 era bastante convencional, obedecendo ao padrão dos principais MBT de sua época, com o motor e a transmissão na parte posterior do carro, uma tripulação composta por quatro elementos. A tripulação era separada do conjunto motor/transmissão por uma parede “corta fogo” e estrutural, com isolamento térmico-acústico.

Fonte: Forte/Força terrestre

GD modernizará 140 M1A1 do Iraque





A General Dynamics modernizará 140 carros de combate M1A1 Abrams do Iraque para o padrão M1A1 SA (Situational Awareness). O contrato foi aprovado pelo ” U.S. Army Tank and Automotive Command” e está avaliado em 14 milhões de dólares.

O padrão SA inclui um FLIR (forward-looking infrared) de segunda geração, um kit de melhorias para combate urbano denominado TUSK (Tank Urban Survivability Kit), visão termal para o motorista, revitalização do sistema propulsor e instalação de um sistema de filtros tipo pulse-jet.

Os trabalhos ocorrerão nos EUA e a previsão é de que os mesmos estejam concluídos em maio de 2011.

Cri-Cri, o Avião Elétrico

Inovação e ecoeficiência são as palavras chaves na EADS. Após o voo cm um avião usando combustível baseado em algas, a EADS está agora focando um novo desafio de um propelente com emissão zero.



Em parceria com a Aero Composites Saintonge e a Greencri-cri Association, a EADS Innovation Works apresentou o Cri-Cri, o primeiro avião totalmente propelido por motores elétricos. O avião de demonstrações aéreas foi apresentado no Green Aviation Show, Le Bourget de 18 a 22 Junho.
Esse avião de demosnstração aérea incorpora inúmeras inovações tecnológicas tais como estruturas em materiais compostos ultraleves que reduzem o peso e compensam pelo peso adicional das baterias dos quatro motores elétricos com pás contra-rotatórias que propelem o avião com zero emissão de CO2 e significativa redução de ruído comparados aos motores térmicos. A energia é armazenada em baterias Lítio de alta densidade.
A utilização combinada destas inovações tecnológicas ambientalmente amistosas permitem ao Cri-Cri a seguinte performance: vôo autônomo de 30 minutos ao uma velocidade de cruzeiro de 110 km/h, 15 minutos de acrobacias aéreas a velocidades de até 250 km/h, e uma taxa de ascensão de aproximadamente 5.3 m/sec.
Os testes de voo iniciarão nos próximos dias, e esse avião de quatro motores elétricos é o início de uma nova geração de aeronaves ambientalmente amistosas e de alta performance.

A EADS é uma líder mundial nas áreas aeroespacial, defesa e serviços relacionados. Em 2009, o Grupo – compreendendo a Airbus, Eurocopter, EADS Astrium e a EADS Defence &
Security – gerou um faturamento de € 42.8 bilhões e empregou uma força de trabalho de mais de 119.000 pessoas.

Fonte: DefesaNet

Protótipo do míssil A-Darter entra em fase de teste de voo

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Por Virgínia Silveira

O novo míssil A-Darter, que está sendo desenvolvido em cooperação entre as Forças Aéreas do Brasil e da África do Sul e envolve a participação de empresas dos dois países, entrou na fase de ensaios em voo dos protótipos. Os testes acontecem no Campo de Provas de Overberg, na África do Sul. O início da produção está previsto para 2013 e poderá ser feito em ambos os países.

O investimento conjunto para o desenvolvimento do projeto, segundo a FAB, é de US$ 130 milhões, sendo US$ 53 milhões do Brasil. O governo brasileiro investirá ainda na capacitação da indústria nacional e em transferência de tecnologia, algo em torno de US$ 109 milhões. Os recursos são financiados em parte pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

Desde 2007, uma equipe de 19 militares da FAB, entre engenheiros das áreas de sistemas, Aeronáutica, mecânica e eletrônica, permanece na África do Sul para participar do programa. Outros 27 profissionais brasileiros das empresas Mectron, Avibrás e Opto Eletrônica também participam do projeto, que está sendo desenvolvido nas instalações da empresa sul africana Denel Dynamics.

O A-Darter é um míssil de combate ar-ar de quinta geração e curto alcance, que será integrado aos caças F-5 da FAB e nos futuros caças do programa F-X2. O míssil também já está sendo testado nos novos caças Gripen da SAAF (South African Air Force). A SAAF comprou 26 Gripen, sendo que 15 já foram entregues. A previsão da FAB é de que o A-Darter esteja pronto para iniciar sua operação em 2014. O míssil será co-produzido no Brasil pela Mectron.

O presidente da Avibrás, Sami Hassuani, disse que existe a estimativa inicial de exportação entre 100 e 200 unidades do míssil, que tem como competidores equipamentos similares dos EUA, Rússia e Israel. Para Hassuani, o programa A-Darter é uma oportunidade das indústrias brasileiras desenvolverem tecnologia de quinta geração nessa área e de tornarem-se independentes, pois trata-se de segmento sujeito a permanentes embargos por parte dos países detentores da tecnologia de mísseis.

De acordo com apresentação feita pelo Ministério da Defesa, no fim de 2009, sobre Programas Mobilizadores em Áreas Estratégicas, no contexto da Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP) do governo federal, o projeto tinha concluído 75% do seu desenvolvimento, incluindo os protótipos, lote piloto e a sua certificação. A próxima etapa seria a industrialização do míssil, que terá uma versão brasileira, mas intercambiável com o equipamento produzido na África do Sul.

A primeira fase de desenvolvimento do míssil pelo Brasil incluiu a absorção de tecnologia até chegar ao nível dos sul africanos, que já estavam mais à frente no desenvolvimento do projeto. A fase seguinte, que já foi iniciada, consiste na reprodução dos sistemas do míssil no Brasil e na adequação industrial do projeto para o desenvolvimento de uma versão brasileira, adaptada às necessidades da FAB.

"O programa do A-Darter é semelhante ao AMX (desenvolvimento de um caça entre Brasil e Itália, com a participação das empresas italianas Alenia e Aermacchi e da Embraer). A diferença é que no A-Darter os dois países terão autonomia para fazer o míssil completo", explica o presidente da Avibrás. A empresa é a responsável pelo desenvolvimento do motor do míssil.

Segundo a Aeronáutica, a principal vantagem do projeto A-Darter para as empresas brasileiras é que ele dá a chance delas participarem do mercado mundial de exportação de um produto restrito e de alta tecnologia. "Abre-se ao parque industrial brasileiro a chance de vender produtos comparáveis aos disponíveis nos países desenvolvidos e que permanece inacessível à maioria das Forças Armadas do mundo".



Projeto abre oportunidades para brasileiras absorverem tecnologia

A Opto Eletrônica, especializada em óptronica de precisão, é responsável pelo desenvolvimento do sistema seeker (cabeça de busca infravermelha) do A-Darter, que funciona como olho do míssil. O sistema foi testado no início do ano e, segundo especialistas que acompanham o projeto, seu desempenho foi acima do esperado.

"Assim como a Denel Dynamics, estamos trabalhando no desenvolvimento de uma solução tecnológica autônoma, de forma que o Brasil não dependa de componentes estrangeiros para produzir seu míssil", diz o diretor de Pesquisa e Desenvolvimento e um dos fundadores da Opto Eletrônica, Mário Stefani.

No Brasil, 25 técnicos e engenheiros da Opto Eletrônica trabalham no projeto do A-Darter e outros quatro estão envolvidos com o programa binacional na África do Sul. Stefani destaca que o custo de desenvolvimento do míssil representa um terço dos custos históricos de programas similares em outros países.
Defesa: Brasil e África do Sul estão investindo US$ 130 milhões no projeto


Para a empresa, segundo ele, a parceria com a Denel Dynamics é mais ampla e vai além do míssil A-Darter. "Fornecemos peças para outros projetos da Denel."

A experiência da Opto Eletrônica na área de mísseis começou com o fornecimento de lentes, espelhos e espoleta de proximidade para o míssil MAA-1 Piranha, MAA-1B (mísseis ar-ar, de quarta geração) e do míssil anti-radiação MAR-1, produzidos pela Mectron e que hoje equipam os aviões da Força Aérea Brasileira (FAB). A Opto Eletrônica também fornece sistemas para o míssil anti-tanque MSS 1.2, vendido para o Exército e Marinha do Brasil.

Criada em 2004, a divisão aeroespacial e de defesa da Opto Eletrônica respondeu por 40% da receita da empresa no ano passado. A Opto Eletrônica também atua no programa espacial brasileiro, com o fornecimento de câmeras imageadoras de média e alta resolução para o satélite CBERS, de observação da Terra, que o Brasil desenvolve em parceria com a China. (VS)

DNTV Visita a Marine Nationale D621 Chevalier Paul, Inclui Vídeo

A segunda visita de um navio francês da Classe Horizon na sua viagem inicial de certificação. A primeira foi a Torbin há dois anos.

A Chevalier Paul é desenvolvida para operar dentro do Grupo Tarefa do porta-aviões Charles de Gaulle, provendo cobertura aérea. Esse é o ponto forte da classe Horizon. Equipado com mísseis MBDA ASTER, e um sistema de radares e controles, que proporcionam uma vigilância e proteção em um raio de até 400km.

O vídeo inclui entrevista com o Capitão de Fragata Hervé Boy, comandante do navio e o executivo Eric Berthetot da DCNS.


Esquadrão HU-2 ajuda vítimas das enchentes em Alagoas





O 2° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-2) está ajudando as vítimas da enchentes em Alagoas, com a aeronave UH-14 Super Puma N -7071 (Pégasus 71), que se encontra a uma semana na região.

A aeronave partiu da Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia/RJ no dia 19 e, após 2,3 horas de voo, chegou a Vitória (SBVT) onde pernoitou e no dia seguinte rumou para Alagoas, com escalas em Porto Seguro (SBPS) e Salvador (SBSV), para finalmente chegar a Maceió (SBMO), após 7,0 horas de voo.

Efetivamente, os voos de ajuda humanitária se iniciaram no dia 21 de junho, transportando 700Kg de mantimentos e medicamentos para o município de Santana do Mandaú, perfazendo 2,3 horas de voo.



Primeira aeronave militar a chegar na região, o Pégasus 71 já realizou mais de 30,8 horas de voo em proveito da missão e transportou aproximadamente 15Ton de material (água potável,cestas básicas, leite e emedicamentos) para a população atingida, além de conduzir a comitiva da Presidência da República e do Ministério da Defesa.





Do dia 22 ao dia 27 de junho, foram atendidos os seguintes municípios:

22.06: Santana do Mandaú e transporte da comitiva do MinDef – 5,1 horas de voo e 2,7Ton de água potável e cestas básicas;

23.06: Santana do Mandaú e transporte da comitiva da Presidência da República – 3,6 horas de voo e 1,5Ton de água potável e cestas básicas;

24.06: Transporte da comitiva do MinDef – 2,4 horas de voo;

25.06: Santana do Mandaú – 2,3 horas de voo e 3,5Ton de água potável, cestas básicas e leite;

26.06: Santana do Mandaú e Quebrangulo – 4,6 horas de voo e 5,0Ton de água potável e cestas básicas e

27.06: Quebrangulo – 1,2 horas de voo e 1,5Ton de água potável e cestas básicas.





NOTA do EDITOR 1: BRAVO ZULU HU-2!

MPCV faz teste contra ameaças aéreas em ataque de saturação




A MBDA informou que realizou um teste bem sucedido com a versão de defesa antiaérea do MPCV (Multi Purpose Combat Vehicle – Veículo de Combate Multipropósito), disparando mísseis Mistral 2 contra um ataque aéreo de saturação, considerado o mais difícil dos cenários de ameaças aéreas.



O teste, segundo a MBDA, foi realizado no dia 7 de junho. O cenário foi montado para avaliar as capacidades do sistema de engajar e interceptar dois diferentes alvos aéreos em aproximação simultânea, vindos de diferentes direções, simulando um ataque de saturação realizado por aeronaves inimigas. Estava presente ao teste, realizado no campo de provas de Biscarosse (Sudoeste da França) uma delegação com representantes da América do Sul, Oriente Médio e Europa, além da DGA francesa (Direction Generale de l’Armement – Direção Geral de Armamento).



Os alvos foram dois drones Banshee, voando a baixa altitude. Segundo a empresa, os alvos foram detectados e acompanhados com sucesso pelo controle de fogo infravermelho do MPCV, e dois mísseis Mistral 2 foram disparados, destruindo-os. A primeira interceptação foi realizada a 4.100 metros, e a segunda a 2.500 metros. Com esse teste da capacidade de disparo em salvas do sistema, a validação da versão de defesa aérea do MPCV foi completada.

Em março, a MBDA já havia informado que estava em processo de congelar a configuração final do MPCV, a última fase da preparação para sua produção em série. Dois disparos de mísseis Mistral, realizados no final de 2009, validaram a configuração do sistema. Paralelamente à preparação para a produção, a MBDA estava finalizando o desenvolvimento das várias funções do software do MPCV, especialmente sua integração a uma rede de comando e controle (C2) via MCP (Mistral Coordination Post), também desenvolvida e produzida pela empresa.

A MBDA lançou o desenvolvimento do MPCV em 2006, baseado no veículo blindado para todo terreno Sherpa 3A, produzido pela Renault Trucks Defense, assim como em comunicações VHF PR4G-F@stnet da Thales Communications. A empresa afirma que, paralelamente a esses desenvolvimentos, trabalha ativamente para adaptar o MPCV para atender a necessidades específicas de diversos clientes de exportação.


O veículo é equipado com uma torreta multipropósito, que em sua versão inicial é equipada com um lançador de quatro mísseis Mistral prontos para disparo (uma recarga de quatro mísseis é acondicionada no veículo). A torreta é equipada com um EOSS (Electro-Optic Surveillance Sensor – Sensor Eletro-óptico de vigilância) que permite vigilância, detecção e acompanhamento passivos dos alvos, mesmo com o veículo em movimento. Também está instalada, na torreta, uma metralhadora para defesa.

A torreta pode ser controlada remotamente, a uma distância de até 50 metros, permitindo que a guarnição opere o sistema a partir de posições protegidas ou especialmente preparadas.



FONTE / FOTOS: MBDA

Exército dos EUA testa tecnologia de células de combustível no Abrams




O Exército dos EUA (U.S. Army) informou, em 17 de junho, que está testando tecnologia de célula de combustível para uma unidade auxiliar de geração de energia (APU) para o carro de combate M-1 Abrams. Essa APU deverá converter o combustível JP8 (diesel) em hidrogêneo e assim gerar eletricidade por meio de uma célula de combustível (que realiza uma reação química para quebrar o átomo de hidrogênio e gerar corrente elétrica).

Com a energia gerada por essa APU, tanto o Abrams quanto outros veículos de combate poderão acomodar mais equipamentos que necessitam de eletricidade, como computadores, tecnologias de comando em batalha, sensores e eletrônicos diversos. Os testes até agora foram realizados em laboratório, embora o protótipo da APU esteja sendo projetado para equipar o Abrams. Assim que os testes de laboratórios sejam concluídos com sucesso, o protótipo deverá ser testado em um veículo.

FONTE / FOTO (dois M-1 Abrams do 1º Batalhão do 5º Regimento de Cavalaria do Exército dos EUA, no distrito de Al Doura – Bagdá): U. S. Army

Tiro técnico com ‘Leopard’

Santa Maria (RS) – O Parque Regional de Manutenção/3 realizou na semana de 24 a 28 de maio de 2010 o tiro técnico da VBC CC LEOPARD 1 A5 BR, no Campo de Instrução Barão de São Borja (CIBSB), localizado em Rosário do Sul/RS com a Munição 105 mm TK SK 389 GF APDS-T e a finalidade é testar o sistema de tiro através dos alvos de ajustagem (colimação e calibragem do laser) e finalizar o recebimento da VBC CC LEOPARD 1 A5 BR.

Campanha ‘O Canhão é nosso!’



“Nas comemorações do final da Guerra do Paraguai, em 1 de março de 2010, o vice-presidente do Paraguai, Federico Franco, pede a devolução do canhão “El Cristiano” para reparar a honra do povo paraguaio. Sendo um obus de grande capacidade para a época, o mesmo estreou na Batalha de Curupayti, quando o General Mitre, a frente do comando das tropas aliadas, logrou uma severa derrota e a baixa de mais de 8 mil de seus comandados. Definitivamente, dadas as proporções de formação do contingente aliado, o bronze do canhão, não ressoando mais durante os cultos, ressoou ao expulsar projéteis, para perfazer a morte de milhares de brasileiros…”

Conheça a campanha e participe do abaixo-assinado:

http://www.ocanhaoenosso.com.br
SAIBA MAIS:

Brasil devolverá ao Paraguai enorme troféu de guerra

Exercícios com aviões de caça e de artilharia começam em Boa Vista


Começou nesta segunda-feira (28) o Exercício Sabre na cidade de Boa Vista (RR), com a participação de mais de 400 militares da Força Aérea Brasileira (FAB), além do efetivo da Base Aérea de Boa Vista (BABR). Evento vai até o dia 4 julho e tem o objetivo de propiciar treinamento, avaliação e instrução às equipagens de combate da aviação de caça da FAB. Durante o exercício, militares executarão missões de ataque ao solo, interceptação, patrulha aérea de combate e escolta, entre outras.

Durante a cerimônia de abertura, o Comandante da III Força Aérea, responsável pelas aviações de caça e reconhecimento da FAB, Major-Brigadeiro-do-Ar Antonio Carlos Moretti Bermudez, enfatizou o aperfeiçoamento dos processos de planejamento, a revisão e padronização da doutrina de emprego e, principalmente a segurança de voo. “A segurança de voo é fator essencial para que possamos cumprir bem a nossa missão e está presente em todos os momentos, desde a fase de planejamento até o encerramento das operações”, ressaltou.

Paralelamente, durante a semana também acontece o Exercício SISDABREX, em conjunto com o Exército Brasileiro, sob a coordenação do Comandante do COMDABRA (Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro), Major-Brigadeiro-do-Ar Gerson Nogueira Machado de Oliveira. O SISDABREX tem o objetivo de exercitar os meios da 1ª Brigada de Artilharia Antiaérea do Exército.

Também participam das operações as aviações de Transporte, Reconhecimento e Asas Rotativas que farão missões de Reabastecimento em Voo (REVO), Controle e Alarme em Voo, Alerta de Busca e Salvamento (SAR), prestando apoio às atividades aéreas planejadas.

Veja nota anterior do CECOMSAER:

FAB realiza exercício Sabre em Boa Vista e treina equipagens de caça
Equipagens de combate de todas as Unidades Aéreas (UAe) da Aviação de Caça da FAB estarão reunidas em Boa Vista/RR, de 28 de junho a 4 de julho, para realizar o Exercício Operacional Sabre.

Durante o período da Sabre, a população notará o volume de tráfego aéreo acima do normal, proporcionado por aeronaves de alta performance, além de helicópteros e aviões de grande porte.

O Exercício tem por objetivo propiciar adestramento, treinamento, avaliação e instrução às UAe de “Caça”, que executarão missões das Tarefas de Superioridade Aérea, Interdição e Sustentação ao Combate. Participam também da Sabre outras aviações, como Transporte, Reconhecimento e Asas Rotativas, realizando missões de Reabastecimento em Voo (REVO), Controle e Alarme em Voo, Alerta de Busca e Salvamento (SAR), entre outras em apoio às atividades aéreas planejadas.

Na segunda-feira (29/jun), as aeronaves chegarão a Boa Vista. Participam da Operação os caças F-5E/FM, F-2000, A-1 e A-29, além de aeronaves-radar (E-99), helicópteros H-60 e outras aeronaves de grande porte, como KC-137 e C-130.

Os interessados em acompanhar a Sabre deverão entrar em contato com a Seção de Comunicação Social da Base Aérea de Boa Vista, por meio dos telefones (95) 4009-1032 / 8118-8469 ou do e-mail: comsocial@babv.aer.mil.br.

FONTE / FOTOS: CECOMSAER

Austrália termina revitalização estrutural de seus F/A-18 Hornet




O Ministério da Defesa da Austrália informou nesta terça-feira, 29 de junho, que foi completada uma fase importante do programa de modernização dos F/A-18 “Classic Hornet” da RAAF (Força Aérea Real Australiana). Trata-se da fase 3.2 do programa de modernização do “Classic Hornet”, em que foi verificado, em aeronaves selecionadas, que haveria a necessidade de trocar a “Centre Barrel” – a mais importante parte estrutural da fuselagem da aeronave, na qual são fixados o trem de pouso principal e as asas.

O programa de modernização foi concedido pela Organização de Material de Defesa (Defence Materiel Organisation – DMO) à L-3 Communications MAS Canada e à BAE Systems Australia. Segundo o Ministério da Defesa, a finalização desse programa permitirá que a frota de Hornet da RAAF possa, com segurança, atingir a data prevista para saída de serviço: 2020.




(com informações do site da RAAF): a frota de F/A-18 Hornet da Força Aérea Real Australiana está dividida em quatro esquadrões: o N. 75 Squadron, da Base Aérea de Tindal (próxima a Katherine) e os N. 3 Squadron, N. 77 Squadron e N. 2 Operational Conversion Unit (este último responsável pelo treinamento de pilotos alocados para os esquadrões equipados com a aeronave) que operam a partir da Base Aérea de Williamtown (próxima a Newcastle).

A seleção do Hornet para equipar a RAAF foi feita em outubro de 1981, num contrato de compra de 75 aeronaves, assinado em novembro daquele ano (57 F/A-18A, monopostos, e 18 F/A-18B, bipostos). Pelo contrato, duas aeronaves seriam montadas na McDonnell-Douglas (McAir), nos EUA, e as demais 73 pela GAF (Government Aircraft Factories), em Victoria, Austrália.

Os dois exemplares montados nos EUA chegaram à Austrália, voando, em maio de 1985. Outros dois já haviam chegado, desmontados, em um C-5 Galaxy em junho do ano anterior. As operações do Hornet da RAAF começaram no N. 3 Squadrom, em agosto de 1986. As entregas dos modelos bipostos foram finalizadas em dezembro de 1988, e o último monoposto foi entregue em maio de 1990.

Resumindo, as primeiras aeronaves entregues já estão em serviço há 25 anos, e as últimas há 20 anos. A RAAF planeja substituir o F/A-18 Hornet pelo F-35 (as primeiras entregas do novo caça estão agendadas para 2014), e 24 F/A 18 F Super Hornet foram adquiridos para preencher a lacuna entre a desativação de outro importante vetor da RAAF, o F-111, e a entrada em serviço do F-35.

Sobre o F-35, o contrato para a entrega dos primeiros 14 exemplares (no valor de $3,2 bilhões de dólares) foi aprovado pelo Governo da Austrália em novembro do ano passado, e um próximo lote será avaliado em 2012. A Austrália planeja operar três esquadrões de F-35, com 72 aeronares (número muito similar ao da encomenda de F/A-18 Hornet, feita há quase trinta anos), sinalizando a possibilidade de chegar a 100 (dependendo da decisão de quando aposentar os Super Hornet, que começaram a chegar ao país agora, em 2010).

Fonte: Poder Aério


A Embraer entregou hoje (28/06) o 20º E-Jet à Regional – Compagnie Aérienne Européenne, uma subsidiária integral do Grupo Air France. A entrega da aeronave – um EMBRAER 170 – é a última do pedido firme de 20 jatos feito pela Regional. A companhia aérea francesa mantém opções para quatro aeronaves da família de E-Jets.

“A entrega do 20º E-Jet para o nosso maior cliente europeu é uma grande conquista para a Embraer”, disse Paulo César de Souza e Silva, Vice-Presidente Executivo da Embraer para o Mercado de Aviação Comercial. “Com 53 jatos Embraer em operação pela Regional, é muito gratificante ter a confiança do Grupo Air France em nossas aeronaves. É uma honra para nós e estamos totalmente comprometidos em apoiar as operações e o desenvolvimento da frota deste importante cliente.”

O novo EMBRAER 170 da Regional, configurado com 76 assentos em classe única, se juntará a outros 19 EMBRAER 170 e EMBRAER 190 já em serviço. O avião será utilizado na malha intra-regional da empresa, que cobre 43 cidades importantes da Europa. A Regional tem uma frota de 53 aeronaves Embraer (dez EMBRAER 190, dez EMBRAER 170, 27 ERJ 145 e seis ERJ 135), sendo o maior cliente da Empresa na Europa.

“Este 20o E-Jet é parte da estratégia que estamos implementado desde 2001 para a frota”, disse Pierre Bosse, Vice-Presidente e COO da Regional. “Nossa frota totalmente renovada melhorará ainda mais os altos níveis de desempenho operacional registrados para maior satisfação dos nossos clientes. Além disso, com dez anos de experiência e 53 aeronaves Embraer, nossos serviços de manutenção se destacam hoje no mercado de MRO regional.”

Sobre a Regional/Air France A Regional – Compagnie Aérienne Européenne (www.regional.com) foi criada em março de 2001 com a fusão das empresas Flandre Air, Proteus Airlines e Régional Airlines. A empresa opera em 43 cidades: 20 na França e 23 em outros países europeus. A sede da Regional fica em Nantes, no oeste da França. A companhia aérea possui uma frota composta exclusivamente por aeronaves fabricadas pela Embraer e tem dois centros próprios de manutenção: um em Clermont Ferrand e outro em Lille. A Regional é uma subsidiária integral do Grupo Air France.

FONTE: Embraer

‘Fumaça’ em Atibaia dia 10 de julho





O grito de guerra mais famoso da aviação no Brasil vai ecoar no céu de Atibaia no dia 10 de julho. A Esquadrilha da Fumaça volta à cidade, três anos após o último show. O evento integra as comemorações do aniversário de Atibaia e também do aeroporto Olavo Amorim Silveira. A exibição está marcada para às 15h30.

A “Fumaça Já” é a ordem que comandante dá para o momento em que todos os pilotos precisam acionar a fumaça durante a demonstração. É também o grito da Esquadrilha nos eventos onde se apresenta.

FONTE: AtibaiaNews