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quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Marine Nationale recebeu seu segundo NH90




No dia 07 de setembro, a Marinha francesa recebeu o segundo helicóptero NH90, agora designado como Caiman.

Este aparelho equipados com sonar e consoles táticos, chegou a BAN Hyères, proveniente doCentre d’expérimentations Pratiques et de réception de l’Aéronautique navale.


Serão entregues 27 Caiman até 2021, em substituição ao Super Frelon e também ao Lynx, assumindo as funções de combate ASW e ASuW, Transporte e SAR.

FONTE: Marine Nationale

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Israel paraliza programa de modernização do AH-64A Apache



A Força Aérea de Israel (FAI) decidiu não ampliar o programa de modernização da sua atual frota de helicópteros de ataque Boeing AH-64A Apache para o padrão “D”, Longbow.
Atualmente a FAI possui 17 AH-64D, que foram obtidos através de compras diretas com a Boeing e do programa de modernização da versão “A” para a “D”. Além disso, outros 30 AH-64A ainda estão em serviço na FAI, totalizando 47 exemplares.


Inicialmente Israel preferiu modernizar os helicópteros ao invés de comprar novas plataformas. Agora, mesmo com o programa suspenso, oficiais da FAI garantem que a atual frota de Apache e de Bell AH-1 Cobra estão disponíveis em número suficiente e também são ideais para cumprir as missões exigidas por Israel.



Apache AH-64D

Por outro lado, a FAI continuará a operar com os modelos Sikorsky CH-53A/D até que a nova geração deste helicóptero de transporte pesado esteja disponível. “Todas as outras alternativas e foram estudadas e descartadas. Vamos esperar pelo CH-53K”, disse um oficial da FAI.
A Sikorsky deverá voar o CH-53K em 2013 e as primeiras entregas para o Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA será feita em 2016.

Paralelamente Israel está em negociações com a Lockheed Martin para ampliar a compra dos aviões de transporte tático pesado Lockheed C-130J Super Hercules. A primeira aeronave chegará em 2013 e o acordo inicial firmado inclui mais dois exemplares.

Fonte: Revista Asas

Kamov KA-50 N Black Shark o destroçador tubarão negro




O Kamov KA-50 é um helicóptero de ataque dedicado desenvolvido para substituir o MI-24 Hind. Foram desenvolvidas duas versões a KA-50 A e a KA-50 N.
O custo básico unitário do KA-50 N é de aproximadamente 20 milhões de dólares.




O KA-50 possui diversas características inovadoras em helicópteros de ataque, como o rotor coaxial e o assento ejetável, itens nunca presentes em um helicóptero de ataque

O Kamov KA-50 foi desenvolvido para substituir o Mil MI-24 Hind na função de helicóptero de ataque. O MI-24 era um helicóptero de assalto aeromóvel, já o novo helicóptero de ataque soviético seria um helicóptero de ataque dedicado, o que dispensaria a cabine de transporte de infantes, reduzindo o peso e o tamanho da aeronave o que o tornaria pequeno, rápido e ágil, elevando a capacidade de sobrevivência e letalidade do vetor. Como alternativa ao programa a Kamov desenvolveu em 1975 o protótipo Kamov V-80 que teve como base o conceito Kamov V-60, que era composto por dois rotores em tandem e dois cockpits em uma configuração tandem, porem o V-80 se diferenciou bastante do V-60 sendo equipado com um conjunto de rotores contrapostos e um conjunto de asas, que tinham como função ser equipadas com pontos fixos para o transporte de armamentos. O V-80 também era equipado com um conjunto de escapes com difusores que resfriavam e direcionavam o fluxo dos propulsores para ambos os lados da fuselagem, visando à redução da assinatura IR do vetor.

Custos do programa Rafale



Os dados reproduzidos abaixo apresentam a situação do Programa Rafale em 1996. Mesmo defasados pelo tempo, os números ainda são bastante interessantes e fornecem diversas informações.

Até abril de 1996 (data dos números apresentados) apenas um pequeno lote das versões Rafale M e Rafale B havia sido entregue. A produção estava suspensa e o governo francês negociava uma redução do preço das aeronaves (o início do ano seguinte o valor de flyaway foi reduzido em 10%). Nesta época todos os cálculos foram feitos considerando a aquisição de 294 aeronaves de todos os modelos, sendo 234 para a Força Aérea e 60 para a Marinha.


Do valor total do programa (39,27 bilhões de dólares – valores de 1996), um quarto foi gasto em pesquisas e desenvolvimento. Somente o processo de industriallização consumiu quase 9%, o que representa um valor bastante considerável. A produção dos caças (segundo uma linha de montagem de 294 aparelhos) representa menos de 50% de todo o programa.

Dados mais atuais (2008) informam que o custo do programa Rafale está estimado em 39,6 milhões de euros e a encomenda total foi reduzida para 286 unidades.

FONTE DOS DADOS: Jane’s All the World Aircraft 2004-2005

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Su-35 entrará em serviço na Força Aérea Russa em 2011



Os caças multifuncionais Su-35 serão incorporados à Força Aérea Russa a partir de 2011, comunicou a companhia Sukhoi.
Os dois primeiros protótipos Su-35 já realizaram 87 voos com sucesso, desde julho de 2008, demonstrando a técnica superior da aeronave e suas características de combate. Outro protótipo deverá ser construído para aumentar os voos de testes a 150/160, em 2009.
O caça é dotado de dois motores 117S com empuxo vetorado, combinando alta manobrabilidade e capacidade de engajar múltiplos alvos simultâneamente. O radar Irbis-E phased array permite ao piloto rastrear até 30 alvos aéreos, engajando 8 alvos ao mesmo tempo.
O Su-35BM é equipado com um canhão de 30mm com 150 projéteis e pode levar até 8 toneladas de armamento em 12 pontos duros.
O caça é considerado de geração 4++, ou seja, é uma aeronave de quarta geração que utiliza algumas tecnologias de quinta geração. A Sukhoi pretende produzí-lo até 2020.






FONTE: RIA Novosti / COLABOROU: Baschera

Rússia quer exportar o Sukhoi Su-34



O presidente russo, Dmitri Medvedev, admitiu hoje que a Rússia gostaria de ampliar a geografia de vendas do Sukhoi Su-34, caça-bombardeiro de primeira linha com o qual pode familiarizar-se durante uma visita à base aérea de Kubinka, situada na periferia de Moscou.

“Nos interessa aumentar o alcance geográfico das nossas vendas“, declarou Medvedev numa entrevista para a televisão nacional da China. A Rússia, disse, gostaria de vender este avião “tanto aos vizinhos mais próximos como a outros países“.

Depois de voar num Su-34, no final de março passado, o governante russo confessou que teve uma impressão ”muito forte“, “fantástica“. “É uma máquina excelente, dócil e poderosa“, ressaltou.

O presidente explicou que desejava sentir-se na pele de um piloto militar e que é fascinante “ver o seu país num vôo rasante“.

O Su-34 é um avião criado apartir do Su-27 com autonomia de voo de 4.500km, altitude máxima de 17.000 metros. Pode destruir objetivos terrestres e de bavais a uma distância de até 250 Km. Leva incorporado um canhão de 30 mm e pode transportar externamente até oito toneladas de armamentos, em particular, mísseis de cruzeiro guiados X-59M, mísseis ar-superfície, ar-ar e bombas.



Fonte:Poder Aério

Venezuela gastará U$ 2,4 bi com Su-35



Já circulam informações sobre a provável nova frota de aviões de combate de origem russa da Venezuela. Segundo informações que vazaram da recente visita de Vladimir Putin a Caracas no início de maio, teria sido concretizada a compra de 24 aviões de combate Sukhoi Su-35.

Analistas do mercado mundial de armas sugerem que o preço de cada Su-35, de acordo com as armas que o acompanha, pode variar entre US$ 70 e US$ 100 milhões. De acordo com um comerciantes de armas, Moscou teria eliminado a sua política de descontos em vendas de equipamento militar, o que representaria uma despesa de US$ 2,4 bilhões.

O Su-35 é a versão mais moderna da família Su-27. O modelo ainda não está operacional em nenhuma força aérea do mundo, mas a Força Aérea Russa já solicitou a construção de 48 aparelhos.

FONTE: Edgar C. Otálvora/El Nuevo País

Mais Su-30MKI para a Índia





A Comissão do Gabinete de Segurança da Índia aprovou a compra de 42 caças Sukhoi-30 MKI adicionais, no valor de aproximadamente US$ 3,25 bilhões.

A aquisição dos novos caças vai aumentar a frota destes caças na IAF para 272 aeronaves. A primeira encomenda de Sukhois pela Índia ocorreu em 1996, com 50 aeronaves por US$ 1,46 bilhão.

No ano 2000, a Índía fez nova encomenda, desta vez 140 caças, para serem montados pela Hindustan Aeronautics Limited (HAL). Depois, mais 40 aeronaves foram adicionadas.
No ano passada a HAL entregou 23 Su-30MKI e em 2010 pretende entregar 28.
Ela pretende entregar todos os SU-30 MKI até 2017.

FOTO: USAF

Comentário do editor:

Enquanto a Índia se arma juntamente com os demais emergentes, nós ficamos na mesma, ou seja com uma força militar de defesa e ataque sucateada e ineficiente em caso de ataques e agressões estrangeiras.

Super Hornets da RAAF: mais seis em julho




O Ministério da Defesa da Austrália informou, no último dia 25 de junho, que mais seis F/A-18F Super Hornets deverão ser trasladados dos Estados Unidos para a Base da RAAF (Força Aérea Real Australiana) de Amberley no início de julho. Um destacamento de pilotos e pessoal de manutenção do Esquadrão N.1 da RAAF está, no momento, realizando os testes de voo e familiarização com suas novas aeronaves, em preparação para a viagem a partir da Naval Air Station Lemoore, no Estado da Califórnia (EUA).

O programa inclui 96 horas de voos de teste e avaliação, além de duas semanas de voos de provas para Guerra Eletrônica. Além disso, os pilotos treinam o reabastecimento em voo das aeronares, tando de dia como de noite.

Com mais seis aeronaves somando-se às cinco que chegaram a Amberley em 26 de março, praticamente metade da dotação de 24 Super Hornets da RAAF será completada, o que permitirá atingir a próxima meta, que é a Capacidade Inicial de Operação (IOC – Initial Operating Capability), o que é esperado para o final de 2010. As últimas das 24 aeronaves deverão chegar à Austrália até o fim de 2011.

Cri-Cri, o Avião Elétrico

Inovação e ecoeficiência são as palavras chaves na EADS. Após o voo cm um avião usando combustível baseado em algas, a EADS está agora focando um novo desafio de um propelente com emissão zero.



Em parceria com a Aero Composites Saintonge e a Greencri-cri Association, a EADS Innovation Works apresentou o Cri-Cri, o primeiro avião totalmente propelido por motores elétricos. O avião de demonstrações aéreas foi apresentado no Green Aviation Show, Le Bourget de 18 a 22 Junho.
Esse avião de demosnstração aérea incorpora inúmeras inovações tecnológicas tais como estruturas em materiais compostos ultraleves que reduzem o peso e compensam pelo peso adicional das baterias dos quatro motores elétricos com pás contra-rotatórias que propelem o avião com zero emissão de CO2 e significativa redução de ruído comparados aos motores térmicos. A energia é armazenada em baterias Lítio de alta densidade.
A utilização combinada destas inovações tecnológicas ambientalmente amistosas permitem ao Cri-Cri a seguinte performance: vôo autônomo de 30 minutos ao uma velocidade de cruzeiro de 110 km/h, 15 minutos de acrobacias aéreas a velocidades de até 250 km/h, e uma taxa de ascensão de aproximadamente 5.3 m/sec.
Os testes de voo iniciarão nos próximos dias, e esse avião de quatro motores elétricos é o início de uma nova geração de aeronaves ambientalmente amistosas e de alta performance.

A EADS é uma líder mundial nas áreas aeroespacial, defesa e serviços relacionados. Em 2009, o Grupo – compreendendo a Airbus, Eurocopter, EADS Astrium e a EADS Defence &
Security – gerou um faturamento de € 42.8 bilhões e empregou uma força de trabalho de mais de 119.000 pessoas.

Fonte: DefesaNet

Protótipo do míssil A-Darter entra em fase de teste de voo

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Por Virgínia Silveira

O novo míssil A-Darter, que está sendo desenvolvido em cooperação entre as Forças Aéreas do Brasil e da África do Sul e envolve a participação de empresas dos dois países, entrou na fase de ensaios em voo dos protótipos. Os testes acontecem no Campo de Provas de Overberg, na África do Sul. O início da produção está previsto para 2013 e poderá ser feito em ambos os países.

O investimento conjunto para o desenvolvimento do projeto, segundo a FAB, é de US$ 130 milhões, sendo US$ 53 milhões do Brasil. O governo brasileiro investirá ainda na capacitação da indústria nacional e em transferência de tecnologia, algo em torno de US$ 109 milhões. Os recursos são financiados em parte pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

Desde 2007, uma equipe de 19 militares da FAB, entre engenheiros das áreas de sistemas, Aeronáutica, mecânica e eletrônica, permanece na África do Sul para participar do programa. Outros 27 profissionais brasileiros das empresas Mectron, Avibrás e Opto Eletrônica também participam do projeto, que está sendo desenvolvido nas instalações da empresa sul africana Denel Dynamics.

O A-Darter é um míssil de combate ar-ar de quinta geração e curto alcance, que será integrado aos caças F-5 da FAB e nos futuros caças do programa F-X2. O míssil também já está sendo testado nos novos caças Gripen da SAAF (South African Air Force). A SAAF comprou 26 Gripen, sendo que 15 já foram entregues. A previsão da FAB é de que o A-Darter esteja pronto para iniciar sua operação em 2014. O míssil será co-produzido no Brasil pela Mectron.

O presidente da Avibrás, Sami Hassuani, disse que existe a estimativa inicial de exportação entre 100 e 200 unidades do míssil, que tem como competidores equipamentos similares dos EUA, Rússia e Israel. Para Hassuani, o programa A-Darter é uma oportunidade das indústrias brasileiras desenvolverem tecnologia de quinta geração nessa área e de tornarem-se independentes, pois trata-se de segmento sujeito a permanentes embargos por parte dos países detentores da tecnologia de mísseis.

De acordo com apresentação feita pelo Ministério da Defesa, no fim de 2009, sobre Programas Mobilizadores em Áreas Estratégicas, no contexto da Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP) do governo federal, o projeto tinha concluído 75% do seu desenvolvimento, incluindo os protótipos, lote piloto e a sua certificação. A próxima etapa seria a industrialização do míssil, que terá uma versão brasileira, mas intercambiável com o equipamento produzido na África do Sul.

A primeira fase de desenvolvimento do míssil pelo Brasil incluiu a absorção de tecnologia até chegar ao nível dos sul africanos, que já estavam mais à frente no desenvolvimento do projeto. A fase seguinte, que já foi iniciada, consiste na reprodução dos sistemas do míssil no Brasil e na adequação industrial do projeto para o desenvolvimento de uma versão brasileira, adaptada às necessidades da FAB.

"O programa do A-Darter é semelhante ao AMX (desenvolvimento de um caça entre Brasil e Itália, com a participação das empresas italianas Alenia e Aermacchi e da Embraer). A diferença é que no A-Darter os dois países terão autonomia para fazer o míssil completo", explica o presidente da Avibrás. A empresa é a responsável pelo desenvolvimento do motor do míssil.

Segundo a Aeronáutica, a principal vantagem do projeto A-Darter para as empresas brasileiras é que ele dá a chance delas participarem do mercado mundial de exportação de um produto restrito e de alta tecnologia. "Abre-se ao parque industrial brasileiro a chance de vender produtos comparáveis aos disponíveis nos países desenvolvidos e que permanece inacessível à maioria das Forças Armadas do mundo".



Projeto abre oportunidades para brasileiras absorverem tecnologia

A Opto Eletrônica, especializada em óptronica de precisão, é responsável pelo desenvolvimento do sistema seeker (cabeça de busca infravermelha) do A-Darter, que funciona como olho do míssil. O sistema foi testado no início do ano e, segundo especialistas que acompanham o projeto, seu desempenho foi acima do esperado.

"Assim como a Denel Dynamics, estamos trabalhando no desenvolvimento de uma solução tecnológica autônoma, de forma que o Brasil não dependa de componentes estrangeiros para produzir seu míssil", diz o diretor de Pesquisa e Desenvolvimento e um dos fundadores da Opto Eletrônica, Mário Stefani.

No Brasil, 25 técnicos e engenheiros da Opto Eletrônica trabalham no projeto do A-Darter e outros quatro estão envolvidos com o programa binacional na África do Sul. Stefani destaca que o custo de desenvolvimento do míssil representa um terço dos custos históricos de programas similares em outros países.
Defesa: Brasil e África do Sul estão investindo US$ 130 milhões no projeto


Para a empresa, segundo ele, a parceria com a Denel Dynamics é mais ampla e vai além do míssil A-Darter. "Fornecemos peças para outros projetos da Denel."

A experiência da Opto Eletrônica na área de mísseis começou com o fornecimento de lentes, espelhos e espoleta de proximidade para o míssil MAA-1 Piranha, MAA-1B (mísseis ar-ar, de quarta geração) e do míssil anti-radiação MAR-1, produzidos pela Mectron e que hoje equipam os aviões da Força Aérea Brasileira (FAB). A Opto Eletrônica também fornece sistemas para o míssil anti-tanque MSS 1.2, vendido para o Exército e Marinha do Brasil.

Criada em 2004, a divisão aeroespacial e de defesa da Opto Eletrônica respondeu por 40% da receita da empresa no ano passado. A Opto Eletrônica também atua no programa espacial brasileiro, com o fornecimento de câmeras imageadoras de média e alta resolução para o satélite CBERS, de observação da Terra, que o Brasil desenvolve em parceria com a China. (VS)

Esquadrão HU-2 ajuda vítimas das enchentes em Alagoas





O 2° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-2) está ajudando as vítimas da enchentes em Alagoas, com a aeronave UH-14 Super Puma N -7071 (Pégasus 71), que se encontra a uma semana na região.

A aeronave partiu da Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia/RJ no dia 19 e, após 2,3 horas de voo, chegou a Vitória (SBVT) onde pernoitou e no dia seguinte rumou para Alagoas, com escalas em Porto Seguro (SBPS) e Salvador (SBSV), para finalmente chegar a Maceió (SBMO), após 7,0 horas de voo.

Efetivamente, os voos de ajuda humanitária se iniciaram no dia 21 de junho, transportando 700Kg de mantimentos e medicamentos para o município de Santana do Mandaú, perfazendo 2,3 horas de voo.



Primeira aeronave militar a chegar na região, o Pégasus 71 já realizou mais de 30,8 horas de voo em proveito da missão e transportou aproximadamente 15Ton de material (água potável,cestas básicas, leite e emedicamentos) para a população atingida, além de conduzir a comitiva da Presidência da República e do Ministério da Defesa.





Do dia 22 ao dia 27 de junho, foram atendidos os seguintes municípios:

22.06: Santana do Mandaú e transporte da comitiva do MinDef – 5,1 horas de voo e 2,7Ton de água potável e cestas básicas;

23.06: Santana do Mandaú e transporte da comitiva da Presidência da República – 3,6 horas de voo e 1,5Ton de água potável e cestas básicas;

24.06: Transporte da comitiva do MinDef – 2,4 horas de voo;

25.06: Santana do Mandaú – 2,3 horas de voo e 3,5Ton de água potável, cestas básicas e leite;

26.06: Santana do Mandaú e Quebrangulo – 4,6 horas de voo e 5,0Ton de água potável e cestas básicas e

27.06: Quebrangulo – 1,2 horas de voo e 1,5Ton de água potável e cestas básicas.





NOTA do EDITOR 1: BRAVO ZULU HU-2!